segunda-feira, 25 de abril de 2011

Mãe Preta fala aos filho: o mior tá sempre com ocê!



Hoje Mãe Preta veio vibrando pra falar com ocês, meus fio. Ocês já perceberam que há muita força da vida dentro e fora de ocês, minha gente. É bão quando nóis começamos a identificar a luz que há dentro de nóis. Há muita luz dentro de cada  um de nóis. Há uma luz grandiosa. Cada um de nóis é essa luz divina. Por isso, meu fio, Mãe Preta quer dizer que ocê num é esse corpo, mas é uma luz divina e maraviosa. Ocê é maraviosa, minha fia. Sim, sempre foi e sempre será. Ocê veio do mior, ocê faz parte do mior e ocê vai voltar pro mior. O mior tá sempre com ocê, por mais que ocê acredite em ilusão. Ocê é a mior, tá escuitando?
        
          - Eu sou a melhor, Mãe Preta, é isso que a senhora quer dizer?
        
          - Sim, minha fia, ocê é a mior.
        
          - A senhora está me ensinando a ser arrogante, Mãe Preta.
        
          - Não, minha fia, Mãe Preta tá ensinando ocê a se identificar com a essência divina que ocê é. Num tô dizendo procê se comparar com os otros. Mãe Preta tá falando que ocê é a mior em si mesma. Quando ocê aceita que é a mior, o seu mior se expressa pro mundo. O que Deus quer de ocê é que aceite a sua grandiosidade, minha fia.
       
           - Ai, Mãe Preta, eu acho que você está me enganando. A senhora quer que eu seja vaidosa, isso sim.
        
           - Uai, zebú, abre esse zoio da cara, muié. Acende essa luz dentro de ocê. Mãe Preta quer que ocê enxergue com os zoio do espírito. Ocê consegue enxergar com o zoio do espírito, minha fia? Quando ocê se abrir pra realidade que ocê num é esse corpo de carne, minha fia, ocê vai enxergar a divindade que mora dentro de ocê. Então vai entender com o coração que ocê veio do mior, que ocê faz parte do mior e que ocê vai voltar pro mior.
        
            - Mas Mãe Preta eu sou inferior e pecadora.
         
            - Ocê é uma sem-vergonha, isso sim, muié. Se ocê assumir a sua grandiosidade interior, vai ter que parar de ter pena de si, parar de culpar os otros pelos sentimentos dentro de ocê, parar de se fazer de vítima, num é mesmo? Acha que eu num conheço ocês? Fica com essa cara de bunda se achando pequeninha, solitária, inferior, que ninguém gosta de ocê. Parece até uma desprevilegiada, uma nenezinha com saudade da mamadeira. Hein, muié. Tô falando com ocê.
        
           - Ai, Mãe Preta, pra que me atirar isso no rosto?
        
           - É proce acordar. Vai continuar até quando desse jeito? Ocê quer o que? Quer ir parar numa cama de hospital pra depois dizer que era feliz e num sabia, é isso? Acorda, muié, e vai ser grandiosa, brilhante, maraviosa. Ocê nasceu pra isso, pra encontrar quem ocê é.

Mãe Preta se despedi dizendo: muita paz!  



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